Graças a Deus as almas iludidas que sofrem me tocam. Graças a Deus elas possuem acesso a mim e me lembram que há sofrimento e que eu estou caminhando, junto a elas, rumo ao Absoluto. Liberdade é estar fora de casa aonde o meu serviço é requisitado e, ainda sim, ser lembrado de quem sou, pelos fragmentos de sentido desse mundo. Mesmo com todo eco e aparência de sentido que vemos por aí, o meu olho aberto ocasionalmente pode ver o transcendente que se faz presente no voo de uma borboleta. No vento que passa. Num sonho ou na flor branca que desabrocha. Eu Sou portador da Luz, protejo o candeeiro e junto com meus irmãos aproximo a luz dos que ainda não a reconhecem, dos que ainda sofrem e se sentem sós. Livrai-me, oh Pai, de qualquer sentimento de separatividade, das ilusões de independência e insubordinação ao trabalho coletivo que é a Sua Obra. Eu e meus irmãos somos os fundamentos os quais suportarão as polias que ascenderão esse mundo, a Obra de Deus que somos nós está em manifesta progressão num sublime espetáculo. A transpiração do jardim de Deus
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